Como a criança é vista no cinema? As concepções filosóficas e psicológicas se referiam à criança com sua presença ao real na relação em que adquire dos objetos exteriores à possibilidade de contemplar. A percepção diante do mundo, das coisas, está relacionada à troca, como se na vida, desde a tenra idade já tem dentro um adulto no núcleo de vida. O egocentrismo transcende tudo isso, vai até o adulto e retorna no filme, depois na imagem da criança que ouve, vê, contempla, se distancia do mundo para inventar um novo mundo. Seu imaginário já estava lá. É o limiar do real ao imaginário que inventa o real. O adulto e o cinema souberam encontrar nesse cotidiano muito mais que uma narrativa, o movimento e som são signos que falam da vida nas imagens. O menino que corre na praia, rumo ao futuro ao menino, antes, que olha as ruínas de Berlim antes de se jogar do alto de um prédio. Um menino que perde seu olhar fixo no pai.
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quarta-feira, 15 de abril de 2009
A Criança no Cinema
Como a criança é vista no cinema? As concepções filosóficas e psicológicas se referiam à criança com sua presença ao real na relação em que adquire dos objetos exteriores à possibilidade de contemplar. A percepção diante do mundo, das coisas, está relacionada à troca, como se na vida, desde a tenra idade já tem dentro um adulto no núcleo de vida. O egocentrismo transcende tudo isso, vai até o adulto e retorna no filme, depois na imagem da criança que ouve, vê, contempla, se distancia do mundo para inventar um novo mundo. Seu imaginário já estava lá. É o limiar do real ao imaginário que inventa o real. O adulto e o cinema souberam encontrar nesse cotidiano muito mais que uma narrativa, o movimento e som são signos que falam da vida nas imagens. O menino que corre na praia, rumo ao futuro ao menino, antes, que olha as ruínas de Berlim antes de se jogar do alto de um prédio. Um menino que perde seu olhar fixo no pai.
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